sexta-feira, 29 de junho de 2012

Estudando novamente "A MENTIRA" (revisado)


Desde quando eu comecei a escrever neste Blog até hoje o número de amigos e contatos que possuo através da internet através de suas inúmeras ferramentas de interação aumentou consideravelmente.
Então, antes de escrever um tema inédito, resolvi publicar novamente alguns temas que acho relevantes e importantes divulgar, comentar e provocar a reflexão.
Se você não leu, é uma chance de se atualizar com as minhas publicações.
Se você já leu, te convido a faze-lo novamente, pois provavelmente faz um certo tempo que isso ocorreu, e sempre aprendemos algo diferente quando lemos novamente um texto, um livro, ou quando assistimos um filme!
Eu mesmo lerei os textos que irei publicar novamente e poderei publicar exatamente o mesmo texto, modificar partes extraindo ou acrescentando quando for o caso.
De qualquer forma meu desejo único é em primeiro lugar me expressar sobre temas que acho relevantes, para provocar a discussão sadia, a reflexão, quem sabe uma palavra minha possa até ajudar alguém de alguma forma, tocando sua mente ou seu coração!
Faço questão absoluta de declarar que não pretendo que minhas palavras sejam opiniões imutáveis, não são a "Verdade Absoluta" e nem pretendo me expor como "Dono da Verdade", afinal de contas, o que é a verdade, não é?
Quero somente fazer uma conexão contigo, querido leitor ou leitora, e ambos crescermos numa troca de experiências sadia, nessa ligação entre mim e você, fazendo uma PONTE!
Espero que curta!
E se curtiu, se tiver vontade, deixe um comentário, sua opinião, enfim, fique à vontade também para clicar e "me seguir" no Blog!
Abração!

Mauricio Franchi

Hoje quero falar sobre um tema absolutamente polêmico e controverso: A MENTIRA!
Vocês já viram um perfil de celebridades em sites da internet, revistas, etc.?
Coisa do tipo:

  • NOME: Fulana de Tal
  • IDADE:...
  • MEDIDAS:...
  • PROFISSÃO: Atriz, modelo, apresentadora, ex-BBB, ex-Miss, aspirante a isso, a aquilo, etc...

E o perfil prossegue perguntando as coisas que mais gosta na área culinária, moda, perfume, cor, time de futebol, hobby, etc, etc. Como todo perfil de celebridade!
De repente, a pergunta fatídica acontece...
O QUE MENOS GOSTA? ou O QUE NÃO SUPORTA NA VIDA? (qualquer pergunta nesse sentido). 
E a resposta, me atrevendo a dizer que beirando o 100% de chances de ser é: A MENTIRA!!! (não foi aleatoriamente que coloquei aqui somente relação à mulher! Normalmente mulher que adora falar que ODEIA MENTIRA! Principalmente como falei, em entrevistas! Mas não quero aqui generalizar, ok? Usei esse exemplo somente para começar a conversa sobre a "Mentira".)
Para mim essa resposta é tão fora de propósito, tão absurda, que chega até me irritar.
Vão me falar que é “politicamente correto” se expressar dessa forma? Para mim essa reposta é brega, sem criatividade, cafona e falsamente moralista!
Falso moralista é aquele que defende ou prega uma conduta moral, porém no seu dia-a-dia não a pratica.
E mais: é uma manifestação MENTIROSA!
Pronto, falei! 
Falei mesmo!
Falar que odeia mentira é balela da grossa! 
É marketing barato!
A mentira é uma coisa real, da qual não dá para fugir! É como a morte!
Se existem duas coisas que tenho certeza que existem e não há jeito de fugir é a morte e a mentira!
Vejam bem, não estou aqui também defendendo a mentira, não é o caso. 
Mas negá-la é tão eficaz quanto, digamos, uma criança ao se ver num iminente perigo, fechar os olhos para não ver o perigo, e por isso o perigo some, deixa de existir!
Taparmos nossos olhos para a mentira, não vai fazer a verdade sempre aparecer! De forma alguma!
Claro que se somos sacaneados através de uma mentira, ficamos doidos da vida! É óbvio!
Mentira é um assunto muito sério!
Tão sério que há consultores na área de currículo para empregos  falando para as pessoas não mentirem muito no currículo. Para não se complicar.
Quem não mentiu um pouquinho no seu currículo, hã? (risos)
Existem mentiras que podem mudar uma vida de uma pessoa! Querem um exemplo? 
Uma pessoa descobre depois de 40 anos que aquele homem e aquela mulher que acostumou a chamar de pai e mãe, não o são! Que ele é adotado! 
Isso pode gerar uma encrenca danada, um trauma! 
Já viram isso acontecer?
Voltando ainda à questão da enquete, do perfil de celebridade; quando vejo uma pessoa que fala que não suporta a mentira, eu já digo: MENTIROSA! (mais risos)
Se ela odeia tanto a mentira, não suporta assim, pergunto: será que ela mente? Claro que mente!!! Todos mentem! TODOS!!
Eu, você, todos!!
Uns mais, uns menos!
Uns dizem até que não mentem, mas omitem ou escondem! (balela! é mentira com outra roupa!)
Ou como diz um advogado conhecido meu: “Advogado não mente! Ele vê a verdade diferente!” Pode? (risada)
Dentro disso lembrei-me de uma piada. 
Permitam-me uma piada rápida no tema:

"- O Rapaz matou sua namorada num acesso de ciúme e fúria. 
Crime Passional mesmo! 
Aí procurou um Advogado famosíssimo, com uma lábia danada! Profissional controverso, mas vencedor de várias causas. 
Que cobrava ma grana alta. 
E o cara foi lá! Reuniu cara e coragem (e muita grana!) e foi falar com o Advogado. 
Após já fazer o pagamento de uma vultosa quantia só para a consulta preliminar, o advogado o recebe e pergunta o que acontecera. 
O rapaz então fora honesto e falou que matara sua namorada num acesso de ciúme. 
O advogado, ligeiro, esperto, boa lábia, rapidamente falou: “Ôpaaa! “Falaram” que você matou!”. 
Entenderam? (risos)"
...
Tem gente que fala que é visão diferente, omissão, blá, blá, blá! Mas é mentira com outra forma. Com outro tipo de uso.
Mas afinal, porque as pessoas mentem?
Pesquisando sobre o tema, verifiquei que de acordo com o dicionário Howaiss, mentira significa: “dizer, afirmar ser verdadeiro (aquilo que se sabe falso)”; dar informação falsa (a alguém) a fim de induzir ao erro, não corresponder a (aquilo que se espera); falhar, faltar, errar, causar ilusão a; dissimular a verdade; enganar, iludir, não revelar; esconder, ocultar. 
Tais definições, no entanto, pouco dizem sobre os porquês da mentira.
Há casos onde a mentira é crime. 
Falso testemunho, por exemplo! 
Falsificações em geral (de documento, dinheiro, etc.). 
A sedução ocorre através da mentira! (no caso criminal).
Vejam o caso do popular 171. 
Sabem de onde vem esse termo 171? Vem do Código Penal 
Brasileiro. E seu artigo 171 diz que incorre em crime quem: "Obter, para si ou para outrem, vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento: Pena - reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, e multa.
Percebam que este ardil, este artifício que a lei se refere é a mentira!

Num primeiro momento, é fácil observar que a mentira é algo “a priori” ruim!
Claro! Eu seria leviano se não concordasse que ser enganado, traído, ludibriado, iludido ou mais qualquer palavra similar, seja gostoso!
Gostoso é descobrir a verdade!(risos)
Prazeroso é pegar alguém na mentira! Isso sim! (mais risadas).
Mas de novo, porque mentimos?
E mais, mentimos sempre!
Todo dia, toda hora!
No serviço, em casa, na escola.
No relacionamento!
Mentimos até para nós mesmos!
E o pior, acreditamos na nossa própria mentira.

Somos forjados a mentir.
Por proteção, por exemplo!
Sim, pois hoje em dia, com a questão da violência, não podemos por aí dar nossos dados, endereço, telefone, para qualquer pessoa!
Então temos que usar uma “mentirinha”.
Mas é para proteção!
Mas é mentira!
E concordo, temos que muitas vezes usar a mentira!
Várias e várias vezes!
Querem ver?
A nossa namorada tá gordinha, coloca aquele vestido de cinco anos atrás! Apertado! Colado. E pergunta se está legal! Vá você responder sendo honesto, sincero, verdadeiro! 
Vai!?!? 
Fala para ela que ela está gorda, que o vestido está feio! 
Fala a verdade?!?!? (gargalhadas).
Gente, não tem jeito...temos que falar uma mentirinha de vez em quando. Não é? (risos)
Outras vezes mentimos porque as pessoas não estão preparadas para a verdade! Não aceitam a verdade! Já pensaram nisso?
Mentimos mesmo! 
Pois com a verdade o dano vai ser maior. Então entramos naquela situação do “me engana que eu gosto!”
Tem gente que pede pelo amor de Deus para não falarem a verdade para ela. 
É o caso do marido ou mulher traídos, mas que por qualquer circunstância, eles querem fazer vista grossa. 
Afinal não querem desfazer o casamento. 
Não querem saber da verdade! Não interessa!
Já pensaram porque quando uma pessoa tem uma doença gravíssima, até terminal, que o médico não fala para ela. Chama a família para contar. Tem pessoa que morre e não soube o que tinha. Porque o médico entendeu que ela não tinha condições de lidar com a verdade!
Vai falar para o chefe que o terno dele tá ridículo, se ele pergunta como ele está vestindo?
O traidor, a traidora...mente para si (o que é mais grave até!) do que mentir só para o outro.
"Você quer que as pessoas digam a verdade?


Os psicoterapeutas procuram ter, na relação com seus clientes, uma audiência não-punitiva. Isso significa ouvir e não julgar, ouvir e não criticar, ouvir e não punir. Tal contexto é que torna possível o relato do cliente sobre coisas que não seriam ditas nem para os bons amigos.
Como foi afirmado anteriormente, pode-se mentir para ter acesso a alguma vantagem ou evitar “mal maior”. Assim sendo, as pessoas têm maior probabilidade de dizer a verdade diante de contextos em que o que elas dizem não é julgado, não é criticado, nem punido. Se um pai pune o filho quando ele relata que assistiu TV quando deveria estudar, é importante observar que ele puniu o comportamento do filho ter feito o que não devia, mas, puniu principalmente o comportamento de dizer a verdade. Pense, após ter sido punido por dizer a verdade, você a diria novamente?
É claro que nem sempre se pode aceitar a verdade sem que algum tipo de sanção seja administrada. Mas, se todo relato de alguém sobre o que fez ou como agiu diante de uma situação passa a ser criticado, julgado ou o relato passa a ser motivo para uma discussão, é provável que esse relato não ocorra mais ou que passe a ser um relato que apresente algo diferente do que ocorreu. Isso vale para qualquer relação interpessoal. Um amigo continuará dizendo a verdade sobre o que pensa sobre você se ele sentir-se ouvido. Por isso, dar espaço para as pessoas dizerem o que pensam, relatarem o que fizeram é um bom caminho seja para um pai ou uma esposa continuar ouvindo a verdade.
Outra forma de aumentar a probabilidade do dizer a verdade em crianças ou adultos é valorizar, enaltecer e gratificar os momentos em que a verdade é dita. No caso das crianças, pode-se ensiná-las a dizer a verdade, expondo-as a algumas situações em que sejam acompanhadas e solicitando que elas relatem o que experienciaram. Elogiar, enaltecer e gratificar relatos mais próximos da experiência estabelece condição para a aprendizagem do “dizer a verdade”."

Texto extraído de "Mentira: Por que as pessoas mentem?" por Fábio Augusto Caló 



Mentiras, mentirinhas e mentironas!
Quem já não as usou?
E quem já não foi vítima?!
Quem não mente, que nunca mentiu, que levante a mão!
Alguém levantou a mão? MENTIRA!
Aquelas pessoas que falam categoricamente que “ODEIAM” mentira, onde estão? Ué? Odeiam tanto a mentira, mas a utilizam?
Gente, então vamos parar com essa balela? Que tal?
Senhores jornalistas, profissionais capacitados, inteligentes, por favor, não façam mais essa pergunta a ninguém! Não utilize isso em enquete, perfil, qualquer coisa do gênero!
Ou melhor, pessoas que forem entrevistadas, parem de dizer que odeiam a mentira! Afinal, vocês mentem também!
Afinal de contas, o que é verdade? O que é mentira?
É certo que cada um tem sua verdade! 
E sua verdade necessariamente não é a verdade mais aceita. Mas é sua verdade!
Uma verdade confirmada, mas não aceita, é mentira?
Uma mentira aceita se torna verdade?
Vamos analisar: será que aquela pessoa que é mentirosa contumaz, será que ela não aprendeu desde pequena a mentir? Foi forjada por exemplo por pais extremamente severos, punitivos, que não aceitavam a verdade e a puniam com rigor? 
Será que ele não começou a mentir por medo? Por fuga? 
Será que esse tratamento não fez com que aquela criança tivesse medo e fugisse da verdade! Se iludisse? E por vezes, mentisse? Porque ela cresce e vê que as pessoas não aceitam a verdade?
Será que não foi isso?
Será mesmo que queremos tanto assim a verdade? 
Será que aceitamos a verdade mesmo? Será que sabemos lidar com ela? Será?
Reflitamos sobre o que é verdade e mentira.
Nesta altura dos acontecimentos quero enfatizar que não estou aqui com um discurso a favor da mentira. (verdade!). 
Nem sou contra a mentira! (também verdade!).
Digamos que mentira para mim é como uma faca.
A faca por si só não é boa, nem ruim! 
Depende.
Depende do que? Depende do uso que fazemos dela!
Se usarmos a faca para cortar aquela picanha gostosa para um maravilhoso churrasco entre amigos, então o uso é bom, positivo!
Se usarmos a faca numa discussão pra ferir alguém, então isso é ruim, negativo.
Entenderam meu ponto de vista?
Ao meu ver, mentira pode ser ruim! Mas pode ser boa, até salvadora! (risos)
Querem mais um exemplo? Imaginem este cenário...
Imaginem uma banda de rock que vocês amem muito! Mas muito mesmo! Vocês participam do fã-clube da banda, tem camiseta, pôsteres, bottons, possuem toda a discografia. 
Enfim, possuem tudo da banda! 
A banda é a trilha sonora da sua vida! 
Aí a banda anuncia que virá ao Brasil! Show único! 
E depois disso a banda vai encerrar as atividades! 
Não fará mais turnês. 
Por anos a fio seu maior sonho foi ver esta banda ao vivo. 
E você junta dinheiro , o ingresso é caro, mil e quinhentos reais para assistir ao show na pista, de frente para o vocalista. 
E você compra o ingresso, seis meses antes do show!
Com a maior dor no coração gastou aquele dinheirão, mas afinal de contas era “AQUELA” banda.
Aí, vem aquela “cumadi”. Manja a “dona cumadi”? Aquela prima que te chamou para batizar o filho dela. (risos)
E ela te fala: “Olha fulano, estou te telefonando agora pois você é da família e fiz poucos convites para o aniversário do Joãozinho (seu afilhado!). 
O aniversário dele será no dia...sim, o dia do show tão esperado! Ela já fechou com o Buffet, não tem jeito de voltar atrás! 
E aí ????
Ou vem aquele casal na tua casa te convidar para ser padrinho de casamento...no dia do show, que custou tanto para acontecer.
Pergunto: e aí, José? Vai falar a verdade? Quem falaria? 
Quem se portaria assim: - Olha não vou ao aniversário, casamento, formatura, velório, etc., etc., pois vou assistir minha banda favorita? Ninguém falaria. (isso é verdade! Risos) 
Por que ???
Porque ninguém aceitaria. Simples assim!
Então, temos aí mais uma situação que somos obrigados a mentir! Não tem jeito, não tem para onde fugir! Nesse dia até desligamos o celular! (risos)
...
Uma piada temática: (na verdade a intenção não é provocar somente o riso, mas a reflexão sobre o tema, ok? De uma forma divertida!)

“O rapaz, um executivo bem sucedido, casado, estava num dilema: aquela auxiliar linda, inteligente, solteira, malhada, corpo lindo, cheirosa, competente, bem vestida estava dando um baita mole para ele! Tinha deixado bem claro quais as intenções dela para com ele. E pegava pesado na sedução com ele. Ele não estava mais com forças para fugir daquele objeto de desejo ardente e resolveu sair coma gata. Saiu do escritório e foi com ela direto para o motel! Após quatro horas no motel muito bem utilizadas (deixo esta parte para sua imaginação! Risadas), ele deixa a moça na casa dela e bate aquele pensamento normal na situação: - Caramba! Minha mulher! E agora? Como vou explicar este atraso todo?
Ele tem uma idéia, antes de chegar em casa, ele passa numa casa de sinuca! Entra, cumprimenta uns amigos e se dirige a uma das mesas. Lá ele pega o giz (utilizado no taco) e passa na roupa toda...na blusa, na calça...suja as mãos no giz e vai embora para casa. Vai até com um giz atrás da orelha. Antes de sair toma uma cerveja também!
Chegando em casa, abre a porta e dá de cara com a mulher na sala, com uma tromba enorme, meio chateada, meio preocupada, que perguntava por que tinha chegado àquela hora.
Aí ele (cara de pau! - risadas - ) fala para ela: 
- Querida! Te amo! Vou falar a verdade! Acontece que tinha uma moça no escritório que estava dando em cima de mim e não agüentei e fui com ela para o motel.
A mulher com um baita ar de desconfiança chega perto dele, sente o cheiro da cerveja, olha a roupa suja de giz de sinuca e diz: - Larga de ser mentiroso! Quer me enganar? Acha que sou trouxa? Você foi é beber com os amigos, começou a jogar sinuca e esqueceu da hora! Tá até com o giz atrás da orelha!
(gargalhada!)
...
Pois é gente! Ele falou a verdade, não falou?

Como naquele “causo” que o carpinteiro foi na casa da madame, pois ela morava do lado da linha do trem. 
Como a casa balançava toda vez que o tem passava, a porta do guarda-roupa se abria e deixava o marido dela fulo da vida! 
Ele estava dentro do guarda-roupa citado examinando para ver o motivo de abrir as portas toda vez que passava o trem, quando de repente o marido enfurecido, enciumado entra no quarto, abre a porta e pergunta ao rapaz marceneiro: - O que você está fazendo aqui?
E ele começa a chorar e fala: - Se eu falar para o senhor que estou esperando o trem passar, você não vai acreditar! (risos)

Pois é... mentira é um caso sério! De verdade!
Muito complexo também!
Portanto, queridos, não façam da mentira uma arma, a vítima poderá ser vocês mesmos!
Abraço forte!

Mauricio Franchi - Veeresh Das


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Elogio x Crítica (revisado)

O tema que vou abordar não é novo.
Ao contrário!  
Mas por ser recorrente em nossas vidas, por ser extremamente complexo e envolver nossa própria educação, temos que encará-lo seriamente, com muita coragem e desapego até!
Quero falar na importância do elogio e o reconhecimento.


E em contrapartida, o quão danoso é a crítica e o desprezo.


Hoje chegamos a um patamar de consciência humana que nos permite avaliar psicologicamente e filosoficamente a importância desses aspectos em nossa vida, em nossa criação, em detrimento ao que nossos pais nos ofereceram!
A questão é que a crítica e o desprezo são extremamente daninhos, mesmo que eles (os pais) ainda achem que criticando um filho ou filha, eles se encham de vontade como um herói ou heroína, e “mostrem” a eles que são dignos de merecerem seu reconhecimento, seus elogios, enfim, seu amor!
Atitudes extremamente cobradoras como essa não incentivam as pessoa a serem vencedoras, ao contrário, as ensinam a serem medrosas, inseguras, incapazes, e portanto uma perdedora!
Na maioria dos casos!
Pode até haver pessoas que suportaram a demasiada pressão, a crítica excessiva, o rancor e sobreviveram, se adaptaram a isso!
Veja, "sobreviveram" a isso!
Não quer dizer que se formaram adultos equilibrados, serenos, sem problemas emocionais decorrentes dessa criação extremamente rigorosa.
E pergunto: e a grande maioria que não suportava tal pressão psicológica? Tanta crítica? Tanta repressão?


Durante décadas pais repressores (achando que aquilo é sadio!) trataram seus filhos assim.
Sem entenderem qual é o limite deles, sem saber reconhecer o esforço momentâneo, sem dar uma palavra de carinho, conforto e incentivo!
Palavras duras e críticas severas não fazem com que as pessoas sejam grandes, ao contrário, as diminui na maioria das vezes.
E não raramente estes filhos de pais extremamente rigorosos nascem com problemas emocionais, tendo que procurar um psicólogo, um terapeuta, dependendo até um psiquiatra (pois tanta crítica e repressão pode levar à depressão profunda, pânicos, fobias inespecíficas, etc), para se libertarem daquela voz que ecoa na nossa cabeça: " Não fez mais que a obrigação!" o que gera ainda outra frase no nosso coração “Não sou digno de amor e aceitação por eles! Não sou bom o suficiente!”


É cientificamente provado (e funciona até com animais) que o elogio motiva e impulsiona mais do que a crítica! 
E a crítica especificamente de nossos pais fica tão incrustada na nossa mente, que nós mesmos passamos a nos cobrar dessa forma...
E isso definitivamente, é triste!
Triste, pois como dizem, a boca fala do que o coração está transbordando!

Quanto mais criticamos menos amamos.
- Honoré de Balzac -

Uma pessoa que só vê falhas no mundo e só faz críticas, que não sabe ver a beleza nas menores coisas e nos detalhes, que não sabe coroar o esforço, que não sabe ver e sentir o melhor de cada um, que só vê um mundo perigoso e malvado, onde se não for "o perfeito", esmorece, tem problemas graves!
A psicologia sinaliza também que a crítica (assim como um espelho) nada mais é a pessoa não aceitar aspectos e "qualidades" dela mesma (e que ela rejeita absurdamente!) então as aponta no outro, e as combate (quando na verdade, inconscientemente, ela está combatendo a si própria!).
Quem só vê a maldade, é porque tem maldade demais dentro de si! Pense nisso!

Quando vires um homem bom, tenta imitá-lo; quando vires um homem mau, examina-te a ti mesmo.
- Confúcio -

Esses  pais ao meu ver esquecem e desprezam a criação de Deus, ou da própria Natureza se assim preferir, pois fomos feitos assim e com algum propósito, principalmente o de evolução. 
Ou seja, não somos perfeitos e não existe perfeição em termos humanos. 
Então porque ficar exigindo uma coisa absurda e impossível?!?
E a crítica não deixa de ser um choque!

As crianças têm mais necessidade de modelos do que de críticas.
- Joseph Joubert - 

Então, estamos aqui para viver, aprender, evoluir e quem nos cobra perfeição, ao meu ver é insano! 
Pois a perfeição não existe!
E nós estamos nos sujeitando cada vez mais e mais (muitas vezes sem perceber isso) às exigências (para não termos críticas), deixando de sermos nós mesmos e espontâneos!
Quando os pais se posicionam assim, cobrando perfeição e criticando ao extremo os filhos tornam-se medrosos, cobradores consigo mesmo, incapazes de se perdoar (e de se amar...pois não há auto estima que subsista a uma situação onde ficam incessantemente dizendo que não somos bons o suficiente!), e receosos de agir e errar!
O medo de errar é o legado de quem tem pais extremamente rigorosos!
E medo de errar, é medo de viver!

O reconhecimento, o elogio são fundamentais para a vida de "todos nós".
O reconhecimento e o elogio acredito que são atos carregados de amor!
Ou são facetas do próprio amor!
Ou modalidades de amor!
Modalidade, faceta, aspecto, divisão, tipo, subdivisão, não importa o nome ou a qualificação que der ao reconhecimento e ao elogio, mas definitivamente fazem parte de um conjunto universo chamado amor.
Da mesma forma inversa que crítica e desdém fazem parte de um conjunto universo chamado ódio! 

Só tem o direito de criticar aquele que pretende ajudar.
- Abraham Lincoln - 

Assim como a semente, a planta, a flor, necessitam de água, ar, luz, calor, e nutrientes para crescerem e se desenvolverem, um dos aspectos que necessitamos muito para nosso crescimento são os elogios e o reconhecimento.
Não basta receber amor!
Temos que sentir esse amor... e o elogio e o reconhecimento é uma forma disso!
O elogio e o reconhecimento nos motiva, nos propulsiona a crescer, a continuar... na linguagem atual e moderna corporativa, nos induz a “melhoria contínua”, o reconhecimento nos faz sentir vivos de verdade!

Sempre que uma pessoa pede o nosso conselho, geralmente procura o nosso elogio.
- Philip Chesterfield - 

O elogio é uma forma também de sermos gratos, é uma forma de gratidão!
E ao contrário, a crítica nos joga para baixo, nos abate, nos desmotiva, nos desmonta!
A verdade é que odiamos a crítica!
Via de regra pouquíssimas pessoas lidam bem com a crítica. 
Pouquíssimas sabem fazer uma crítica adequada, serena, pertinente, no momento adequado, com as palavras certas, no tom de voz correto, sem ódio, raiva... e fazer a verdadeira “crítica construtiva”.
Pouca gente sabe fazer isso!

Crítica construtiva é como
 mulher meio-grávida...não
 existe. Marcio Kuhne 

Na verdade me ocorre que a única crítica que suportamos é aquela que “pedimos” a alguém de nossa confiança, como sugestão!
E como pedimos, “a priori” estamos precisando daquela “crítica”, daquela análise, daquele parâmetro. 
Como pedimos, nós lidamos melhor! Bem melhor!
Mas receber crítica de graça, sem pedir, realmente é difícil de aceitar por qualquer um! (analisando profundamente temos aqui também questões de ego, orgulho, mas aí já é tema para outra exposição!)
Deve existir um nível de amizade e equilíbrio grande para recebermos uma críticas de inopino.
A realidade é que pouca gente sabe criticar sem ser na frente dos outros, sem humilhar, sem diminuir, sem desmerecer...(essa crítica pode ser mascarada por humor ácido, apelidos desmerecedores, etc, piadas de mal gosto também!).
Talvez Mahatma Gandhi tenha desvendado algo por traz de alguns tipos de crítica:


 “ O que mais me impressiona nos fracos é que eles precisam humilhar os outros para se sentirem fortes!”


E mais, a crítica vinda de quem amamos, dóis mais ainda!
E da mãe e do pai então? É a morte!!!
É como se estivéssemos sendo reprovados na vida!
Como se estivéssemos recebendo um atestado de reprovação da vida inteira!
Acham ainda que uma pessoa que cresceu sob a égide de críticas desde criança, será uma pessoa de sucesso??

PENSEM NISSO

Chegamos numa encruzilhada interessante.
O que mais precisamos e queremos é elogios e reconhecimento (como parte de amor) e recebemos críticas e desprezo (como raiva e ódios).
Algo aí não está errado???

"Amor é convite; não coação. É persistência; não insistência. É elogio; não humilhação. É escolha, não encolha. É lucidez; não ilusão."
- Luiselza Pinto -

Pois isso começa no nosso lar...em casa.
A crítica começa muitas vezes no nosso lar!
Então o que devemos fazer?
Aprender a conviver com as críticas?
Ou parar com elas?
Pois o que mais vemos por aí são críticos: de futebol, de política, de moda, de esportes, de religião, de comportamento, etc.
Será que não temos que repensar isso?
Que odiamos a crítica?

Que a grande maioria das pessoas estão procurando psicólogos, terapeutas diversos, psicanalistas, psiquiatras...tudo porque não suportam críticas...e em algum momento das suas vidas, as críticas fizeram muito mal?
O que proponho então com toda essa narrativa?

"Faça o que seu coração acha certo. De qualquer forma você será criticado."
- Eleanor Roosevelt -

Que possamos perceber a importância do reconhecimento e do elogio como sentimentos positivos, como demonstração de amor e carinho, de gratidão e que a partir de agora, possamos praticar isso!
Na nossa família, com nossos amigos!
No nosso serviço!
Onde podemos de repente com elogios construtivos extrair mais motivação das pessoas.

Iluminemos a vida com um elogio, um louvor ou uma admiração!
- Edith Vaz de Araujo -

Conheço um caso verídico de uma amiga professora e hoje Diretora de Escola, que conseguiu através do elogio e do reconhecimento não só mudar a vida escolar de um aluno, mas mudar “toda” a vida dele.
Era um garoto com problemas de família e sociais variados e que não se dava bem em nenhuma classe por onde passava.
A professora identificando a auto estima baixa entre outras coisas  começou a investir nele em coisas pequenas.
Pedindo que ele a ajudasse a apagar a lousa, a carregar material, a distribuir material para a classe...praticamente o elegeu “um ajudante”!
Ele começou a se sentir valorizado como pessoa humana e começou a se motivar e se revelou um excelente aluno, passando então a tirar ótimas notas.
Ele só precisava que alguém acreditasse nele, desse algum valor a ele, percebem? 
Esse garoto que poderia ter partido para as drogas, criminalidade, mas mudou o rumo da vida dele, por causa de uma atitude aparentemente simples, de uma pessoa que lhe deu atenção, carinho, que o ouviu! 
Que o valorizou! Que acreditou nele! 
Percebem?
Que podemos mudar isso?!?!
Que passemos a ser pessoas mais agradáveis e menos ácidas, menos críticas (inclusive conosco!).
Que nós também nos livremos, cortemos o cordão umbilical de uma criação errônea ( quem a teve!) entendendo que nossos pais fizeram o melhor que podiam, assim nós saímos de uma posição de vítima da crítica excessiva e nos libertamos dela!
Que nós saibamos reforçar nossa auto-estima, nos amando, acreditando em nós mesmos, para que críticas inoportunas não nos abatam, não nos abalem!

Se você permitir, uma crítica o destruirá. Mas se você se proteger, um milhão de ofensas não o afetarão.Proteja sua emoção.
- Augusto Cury - 

Que nós possamos aprender que na verdade o maior reconhecimento e amor que necessitamos é o de nós mesmos para nós! 
Aí sim nossa auto-estima estará equilibrada e as críticas inoportunas não farão mais esse efeito devastador em nós mesmos!
Não devemos dar valor, força para a crítica que vem a nós de forma errônea, inoportuna e sem pedirmos! 
E vamos fazer elogios!
Vamos ser gratos!
Vamos reconhecer!
Afinal de contas, devemos fazer aos outros o que queremos que façam por nós!
Gentileza gera gentileza!
Tudo é um fluxo de energia!
Tendo essa atitude positiva, seja na sua família, seja no trabalho, seja na escola, as pessoas que convivem com você igualmente irão retribuir o mesmo sentimento, a mesma energia!
Assim é o relacionamento humano!
Então, se a crítica é algo ruim, vamos mudar isso!
Que tal?
Depende de nós!



Mauricio "Veeresh Das" Franchi 



Obrigado pelas conversas,
pela atenção,
pelos conselhos “infalíveis”,
pelo elogio que só vem de quem ama e,
principalmente,
por te importares comigo.

- Augusto Branco -

sexta-feira, 2 de março de 2012

Um mestre do Oriente‏ (revisado)

Um mestre do Oriente viu quando um escorpião 
estava se afogando e
decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou.
Pela reação de dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando. 
O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o
animal o picou.
Alguém que estava observando se aproximou do 
mestre e lhe disse:
-Desculpe-me mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?
O mestre respondeu:
-A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.
Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou:
-Não mude sua natureza se alguém lhe faz algum mal; apenas tome precauções.
Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
Quando a vida lhe apresentar mil razões para chorar, mostre- lhe que tem mil e uma razões para sorrir.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os
outros pensam de você.
E o que os outros pensam… é problema deles.


( Ssabedoria popular - sem autoria definida )

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

O policial e a manicure (revisado)

Essa história retrata o que acontece quando julgamos pessoas ou situações sem informações.
Ou quando pré-julgamos, o que não deixa de ser preconceito!



Um policial tinha amizade com uma dona de um salão de corte de cabelo, e ali frequentemente comparecia para que ela lhe cortasse o cabelo.
E num determinado dia, como sempre fazia, lá foi cortar o cabelo no salão.
Ao entrar e cordialmente cumprimentar todos, ficou feliz pois o salão estava ligeiramente vazio, o que significava que ele seria logo atendido.
A dona fazia questão dela mesmo cortar o cabelo dele (ele também fazia questão disso) e logo o chamou.
Enquanto ela preparava para iniciar o corte, conversavam assuntos diversos, batiam papo de forma aleatória sobre vários assuntos, e como não podia deixar de ser, falavam sobre ocorrências policiais da região, do bairro, pois ela sabia da profissão dele.
Num dado momento, uma manicure que trabalhava no salão e estava atendendo uma moça, de repente se manifesta, falando bem alto, de modo que todos no salão ouvem.
Lógico que o policial também ouve.
Na realidade, todos percebem que ela falou para o policial ouvir:
- Sabe fulana (se dirigindo à moça que ela estava fazendo a unha), eu não gosto de policiais. Odeio! São "todos" safados! Não prestam! "Todos" ladrões!
O clima imediatamente ficara pesado.
As pessoas se entreolhavam!
Esperavam ( é lógico!) a reação do policial.
Ele não demonstrou reação nenhuma!
E calmamente falou com a dona do salão que cortava seu cabelo:
- Sabe, eu não gosto de manicures. São "todas" vagabundas! "Todas" prostitutas!
A manicure que tinha começado a coisa toda arregalou os olhos com a inesperada reação e quase engasgando falou, meio que se justificando:
- Mas eu não estou falando de você!
E o policial, impassível:
- Eu também não estou falando de você! Nem te conheço!
E a moça:
- Mas acontece que existem "muitos" policiais safados e ladrões!
E o policial:
- Pois é! E existem "muitas" manicures vagabundas e prostitutas!
E ela:
- Mas eu não estou falando de você, moço!
E ele:
- De forma alguma estou eu a me referir a você, moça!
E ela:
- Mas existem "alguns" policiais que não prestam!
E ele:
- Pois então, existem "algumas" manicures que são vagabundas e prostitutas.
E ela quase chorando já:
- Mas eu não estou falando de você moço!
O policial viu que a coisa não iria mais adiante.
Que aquele clima de tragicomédia estava irremediavelmente instalado.
Que as pessoas ali não sabiam se riam ou se choravam.
Então ele falou:
- Olha moça, vou te falar uma coisa! A pior coisa que pode haver é o pré-conceito! A idéia pré-concebida.
É uma covardia dizer que a primeira impressão é a que fica, pois isso pode ser mudado.
Em toda profissão existem bons e maus profissionais igualmente!
Sejam policiais, médicos, advogados, manicures, professores, etc.
Onde existem seres humanos, existem boas e más pessoas!
Pense nisso, querida!
Ela se desculpou imensamente por ter feito um julgamento precipitado e por ter se portado de modo inconveniente.
E como dizem na sabedoria popular, o mundo dá voltas!
E muito rápido!
Menos de um mês depois, não é que o policial está de serviço, recebe uma chamada via rádio para uma ocorrência de roubo em residência e ele parte para o atendimento.
Chegando no local, com quem ele se depara?
A casa que estava sendo assaltada era a da mãe da manicure.
Os policiais chegaram rapidamente, prenderam dois rapazes que tinha pulado o muro e iriam roubar a casa da mãe dela.
Quando ela viu o policial, ela confessou a ele que aquilo parecia um castigo pelo o que ela tinha falado.
O policial foi gentil e falou:
- Querida, Deus não quer nos castigar! Deus talvez quis te ensinar algo.
Desse dia em diante, virou uma grande amiga do policial.
Ela mesma conta essa história para todo mundo!
Ela virou uma imensa defensora dos bons policiais.
E com certeza evita julgar sem informações.
...
Sim, realmente é sério o assunto de julgarmos alguém ou algo.
Um palestrante me ensinou o valor de fazermos um julgamento correto.
E do quanto é difícil julgar.
Por isso que ouvimos tanto que não devemos julgar, ou pré-julgar, sob pena de errarmos feio.
Como na história acima, por exemplo!
Um palestrante pegou um quadro e mostrou a todos numa sala e disse:
- Que nota vocês dão para esse quadro? Qual o julgamento de vocês?
E as notas iam sendo dadas:
- Oito. Seis. Sete e meio. Cinco. Oito e meio.
Ninguém se atreveu a dar uma nota “DEZ” ao quadro!
O palestrante prosseguiu:
- Pois bem! E se eu dizer a vocês que esse mesmo quadro foi pintado por uma menina que teve uma doença grave e não tem pernas e braços.
E ela usa a boca para pegar o pincel e pintar esse quadro.
Que nota dariam então para o quadro agora?
As pessoas com mudança total de atitude, e efusivas pela nova informação davam as novas notas ao quadro:
- Dez! Onze! Mil! Dez Mil!
Ou seja, para julgarmos algo, devemos antes reumir o máximo de informações, sob pena de cometermos a maior das injustiças.
Mesmo que essa injustiça seja um julgamento errôneo, uma opinião errada!

Mauricio Franchi - Veeresh Das

“Fazer julgamento baseado em aparência, fofoca e notícia de jornal é muita burrice”
- Jajazito -

"A maior injustiça é um julgamento precipitado, pois nele o justo paga pelo pecador."
- Luan Bellatore -